A Ordem de Jesus: "Seja Diferente!”
Quem não gostaria de viver destemidamente a despeito de todas as adversidades? Não parece atraente essa possibilidade de ter uma vida cheia do poder de Deus? Você não está ansioso para tornar-se verdadeiramente independente, nestes dias em que todo mundo procura copiar os outros, e em que sofremos pressões fortíssimas para sermos iguais aos que nos cercam? É claro que sim. Isso começa na mente. Um modo correto de pensar precede um viver correto. Isso demonstra à importância de se ter uma mente renovada. É praticamente impossível possuir o conceito certo de servir aos outros – ou conseguir realizar isso com alegria e sem temores – enquanto a mente não estiver liberta dos moldes do mundo, transformada pelo poder de Deus. Faço uma advertência contra o perigo de se cair sob o fascínio de um desses pregadores cheios de “carisma”, verdadeiros gurus ocidentais, com respeito a essa distorção do conceito de servo, que envolve a exploração de outros, sob o pretexto de serviço autêntico. Contudo, creio ser necessário aqui concluir com outra palavra de advertência. Não se trata de um aviso para não cairmos vítima de pessoas com personalidade forte... mas contra essas pessoas que talvez se utilizam de outros para atingir seus objetivos. Às vezes, é fácil estimular nos outros a prática do serviço para que eles "nos" sirvam. Não foi assim que agiu nosso Mestre, e nem é assim que devemos agir.
Vamos
examinar o pedido da mãe de Tiago e João:
“Então
se chegou a ele a mulher de Zebedeu, com seus filhos e, adorando-o, pediu-lhe
um favor. Perguntou-lhe ele: Que queres? Ela respondeu: Manda que, no teu
reino, estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita, e o outro à tua esquerda.”
(Mt 20:20-21)
Não
sejamos muito severos com essa prezada mãe judia. Ela tem muito orgulho dos
filhos. Já vinha pensando em fazer este pedido havia algum tempo. Provavelmente,
suas intenções eram boas, e talvez estivesse vendo as coisas da maneira certa.
Ela não pediu que os filhos ocupassem a posição central. Lógico que não. Esse
lugar pertencia a Jesus. Mas, como qualquer boa mãe, que procura aproveitar as
oportunidades que surgem na vida para se obter uma boa promoção, ela apresentou
Tiago e João como candidatos às posições de números 2 e 3. Queria que as
pessoas tivessem em alta conta aqueles seus dois filhos, que haviam deixado
suas redes e entrado nesse ministério promissor. Eles estavam entre “os doze”.
E isso merecia um reconhecimento
público!
Admiro muitíssimo a sinceridade da pessoa que escreveu o seguinte poema:
Sou como Tiago e
João,
Senhor, avalio as pessoas
em termos do que podem fazer para mim:
como podem ser úteis aos meus planos,
alimentar meu ego,
satisfazer minhas necessidades,
fornecer-me vantagens estratégicas.
Eu exploro as pessoas
na aparência, para tua causa
mas, na verdade, para a minha.
Senhor, recorro a ti
para obter uma posição privilegiada
e favores especiais:
tua orientação para meus planos,
teu poder para meus projetos,
tua sanção para minhas ambições,
teu cheque em branco para o que preciso.
Sou como Tiago e João.
Transforma-me, Senhor.
Faz de mim um homem que pergunte a ti e a outros:
“O que posso fazer por ti?”
Senhor, avalio as pessoas
em termos do que podem fazer para mim:
como podem ser úteis aos meus planos,
alimentar meu ego,
satisfazer minhas necessidades,
fornecer-me vantagens estratégicas.
Eu exploro as pessoas
na aparência, para tua causa
mas, na verdade, para a minha.
Senhor, recorro a ti
para obter uma posição privilegiada
e favores especiais:
tua orientação para meus planos,
teu poder para meus projetos,
tua sanção para minhas ambições,
teu cheque em branco para o que preciso.
Sou como Tiago e João.
Transforma-me, Senhor.
Faz de mim um homem que pergunte a ti e a outros:
“O que posso fazer por ti?”
O serviço autêntico começa na
mente, com uma oração muito simples, constituída de três palavras: “Transforma-me,
Senhor!”
Imaginemos que estamos perguntando
a Jesus Cristo o que ele deseja que sejamos, quando crescermos. É uma pergunta
inteiramente nova. E creio sinceramente que ele daria a mesma resposta a todos
nós. “Quero que você seja diferente... que seja um servo.” Em minha vida toda,
nunca ouvi alguém dizer que, ao crescer, gostaria de ser servo. Parece uma
posição aviltante... humilhante... sem dignidade bastante. “Os cristãos devem
ser servos tanto de Deus como das outras pessoas. Mas a maioria das pessoas
encara o trabalho e os negócios – a vida em geral – com a seguinte atitude: o
que posso obter disso? Em vez de: como posso contribuir? Às vezes gostamos de
pensar em nós mesmos como servos de Deus. Quem não gostaria de ser servo de um
rei? Mas, quando se trata de servir a outras pessoas, pomo-nos a questionar as
conseqüências.
A idéia de servir a Deus nos faz sentir nobres; mas a de servir às pessoas nos faz sentir humilhados. Servindo a Deus, recebemos recompensas; servindo às pessoas, principalmente àquelas que não podem retribuir-nos, não recebemos nenhum benefício visível, nem glórias – a não ser de Deus. Cristo nos deu o exemplo: ‘O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.’ (Mt 20.28). Para sermos servos de Cristo, temos que ser servos das pessoas. O conceito de servir as pessoas deve ser a base de tudo o que fazemos, no trabalho e nos negócios. Ao servir, temos de pensar primeiro naquele a quem servimos. Um funcionário de uma firma que se dispõe a servir em seu trabalho está honrando a Deus, e aumentando seu próprio valor diante de seu empregador. Por outro lado, o empregado que procura servir a si mesmo dificilmente será valorizado por qualquer companhia.”
A idéia de servir a Deus nos faz sentir nobres; mas a de servir às pessoas nos faz sentir humilhados. Servindo a Deus, recebemos recompensas; servindo às pessoas, principalmente àquelas que não podem retribuir-nos, não recebemos nenhum benefício visível, nem glórias – a não ser de Deus. Cristo nos deu o exemplo: ‘O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.’ (Mt 20.28). Para sermos servos de Cristo, temos que ser servos das pessoas. O conceito de servir as pessoas deve ser a base de tudo o que fazemos, no trabalho e nos negócios. Ao servir, temos de pensar primeiro naquele a quem servimos. Um funcionário de uma firma que se dispõe a servir em seu trabalho está honrando a Deus, e aumentando seu próprio valor diante de seu empregador. Por outro lado, o empregado que procura servir a si mesmo dificilmente será valorizado por qualquer companhia.”
A ORDEM DE JESUS: “SEJA
DIFERENTE!” Quando Jesus se achava aqui na terra, atraiu a si um grande número
de pessoas. Certo dia sentou-se no meio delas, e pôs-se a ensinar-lhes algumas
verdades básicas sobre o crescimento delas, segundo o desejo dele. O relato
deste seu “Sermão do Monte” encontra-se em Mateus 5,6 e 7. Se fossemos sugerir
um título geral para este grandioso sermão, seria: “Seja diferente”. Várias
vezes durante o sermão, Jesus apresenta a maneira de agir e sentir dos
religiosos de seus dias, e em seguida instrui seus discípulos a serem diferentes
deles.
Mateus 5.21,22: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.27,28: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.33,34: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.38,39: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Mateus 5.43,44: “Ouvistes o que foi dito... Eu, porém, vos digo...”
Em Mateus 6, ele continua a explicar como deveriam ser diferentes nas esmolas para os necessitados (6.2), nas orações (6.5) e nos jejuns (6.16). O versículo-chave deste sermão é: “Não vos assemelheis, pois, a eles...” (6.8). O fato é que Jesus enxergava o que havia por trás do orgulho e da hipocrisia daqueles religiosos, e estava resolvido a incutir nos discípulos traços de caráter tais como humildade e autenticidade. Seu ensino diferente cortava aquela fachada de devoção religiosa como uma faca afiada corta a manteiga. Até hoje, este sermão constitui o delineamento mais perfeito da contracultura cristã dada no Novo Testamento... oferecendo um estilo de vida totalmente oposto ao do sistema do mundo. A introdução do sermão de Jesus é, sem dúvida alguma, a mais conhecida passagem dele, e se acha em Mateus 5.1-12. Trata-se da descrição mais exata do retrato de um servo cristão.
AS BEM-AVENTURANÇAS: TRÊS
OBSERVAÇÕES Leiamos mais uma vez, lentamente, estas imortais palavras: “E
JESUS, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se
dele os seus discípulos; E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os
mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de
justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque
eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles
verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados
filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça,
porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos
injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha
causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque
assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.” Seguem aqui três
observações de ordem geral.
1. Aqui estão oito traços de
caráter que identificam o verdadeiro servo. Quando estes oito traços são
encontrados numa vida, temos o equilíbrio. Seria bom entendermos que não se
trata de um processo de múltipla escolha, onde temos liberdade de escolher
aqueles que mais nos agradam. O Salvador foi muito claro ao apresentar as
qualidades que produzem o estilo de vida que lhe agrada. Portanto, é essencial
que examinemos cada uma delas atentamente.
2. Esses traços de caráter nos
abrem a porta da felicidade interior. Essas atitudes aqui apresentadas são
fundamentais, e quando assumidas e experimentadas na prática nos trazem grande
satisfação. Jesus oferece felicidade aqui, como nada mais na terra pode
oferecer. Observemos como começa cada uma delas: “Bem aventurados...” Esta foi
a única ocasião em que o Senhor repetiu o mesmo termo oito vezes. Aqueles que
assumem essas atitudes encontram felicidade eterna.
3. Cada um desses traços tem
ligada a si uma promessa correspondente. Já observou isto? “Bem-aventurados os
(traços de caráter) pois... (promessa)” Para cada qualidade moral, Jesus
apresenta uma benção particular. E que promessas maravilhosas! Não admira que,
quando ele terminou o sermão, tenhamos a seguinte explicação: “E aconteceu que,
concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina;
Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.” (Mt
7.28,29) Seus ouvintes nunca tinham escutado verdades tão maravilhosas,
apresentadas de maneira tão interessante e significativa. E ficaram ansiosos
para ver essas promessas concretizadas em sua vida. E nós também.
O ESPÍRITO HUMILDE É
INDISPENSÁVEL PARA QUEM DESEJA SER DIFERENTE!
O espírito de humildade é muito
raro nesta época de atitudes orgulhosas e vontade forte. O punho cerrado tomou
o lugar da cabeça inclinada. A boca desrespeitosa e o olhar arrogante ocupam
hoje o lugar antes ocupado pela piedade sem alardes dos “pobres de espírito”.
Quão semelhantes aos fariseus nos tornamos! Como somos autoconfiantes! E
assumindo essa atitude, como nos sentimos desesperadamente infelizes! Jesus
Cristo oferece uma felicidade genuína e duradoura a todos os que se dispuserem
a declarar:
Senhor,
Sou uma casca vazia feita de pó,
mas animada por uma alma racional, invisível
e renovada pelo poder da tua graça invisível.
Entretanto, não sou um objeto raro de grande valor,
mas alguém que nada tem e nada é,
embora escolhido por ti desde a eternidade,
dado a Cristo e nascido de novo;
Estou profundamente convencido do mal e da miséria
do viver em pecado,
da vaidade das criaturas,
mas também da suficiência de Cristo.
Quando tu queres guiar-me, controlo a mim mesmo.
Quanto tu queres ser soberano,
governo a mim mesmo.
Quando tu tomas conta de mim, eu me basto.
Quando deveria depender de ti,
supro eu mesmo as minhas necessidades.
Quando deveria submeter-me à tua providencia,
obedeço à minha própria vontade.
Quando deveria amar, conhecer, honrar e confiar
em ti, sirvo a mim mesmo.
Eu erro, modifico tuas leis para se ajustarem
aos meus desejos.
Em vez de olhar para ti, busco a aprovação dos
homens, e sou por natureza um idólatra.
Senhor, meu maior desejo é dar-te outra vez meu
coração.
Convença-me de que não posso ser meu próprio
deus, ou mesmo me fazer feliz,
nem ser meu próprio Cristo
para restaurar minha alegria,
nem meu próprio Espírito para ensinar-me,
guiar-me e governar-me.
Ajuda-me para que eu veja que tua graça opera isso
pelas aflições da vida, mandadas pela tua
providência.
Pois quando meu crédito é meu deus, tu me rebaixas.
Quando as riquezas são meu ídolo,
tu as afastas de mim.
Quando o prazer é tudo para mim,
tu o transformas em amargura.
Tira de mim o apetite das riquezas,
o ouvido curioso, o coração cobiçoso.
Mostra-me que nenhuma dessas coisas
pode sarar a consciência enferma,
ou dar firmeza a uma estrutura vacilante,
ou sustentar um espírito combalido.
Então leva-me à cruz e deixa-me lá.
Sou uma casca vazia feita de pó,
mas animada por uma alma racional, invisível
e renovada pelo poder da tua graça invisível.
Entretanto, não sou um objeto raro de grande valor,
mas alguém que nada tem e nada é,
embora escolhido por ti desde a eternidade,
dado a Cristo e nascido de novo;
Estou profundamente convencido do mal e da miséria
do viver em pecado,
da vaidade das criaturas,
mas também da suficiência de Cristo.
Quando tu queres guiar-me, controlo a mim mesmo.
Quanto tu queres ser soberano,
governo a mim mesmo.
Quando tu tomas conta de mim, eu me basto.
Quando deveria depender de ti,
supro eu mesmo as minhas necessidades.
Quando deveria submeter-me à tua providencia,
obedeço à minha própria vontade.
Quando deveria amar, conhecer, honrar e confiar
em ti, sirvo a mim mesmo.
Eu erro, modifico tuas leis para se ajustarem
aos meus desejos.
Em vez de olhar para ti, busco a aprovação dos
homens, e sou por natureza um idólatra.
Senhor, meu maior desejo é dar-te outra vez meu
coração.
Convença-me de que não posso ser meu próprio
deus, ou mesmo me fazer feliz,
nem ser meu próprio Cristo
para restaurar minha alegria,
nem meu próprio Espírito para ensinar-me,
guiar-me e governar-me.
Ajuda-me para que eu veja que tua graça opera isso
pelas aflições da vida, mandadas pela tua
providência.
Pois quando meu crédito é meu deus, tu me rebaixas.
Quando as riquezas são meu ídolo,
tu as afastas de mim.
Quando o prazer é tudo para mim,
tu o transformas em amargura.
Tira de mim o apetite das riquezas,
o ouvido curioso, o coração cobiçoso.
Mostra-me que nenhuma dessas coisas
pode sarar a consciência enferma,
ou dar firmeza a uma estrutura vacilante,
ou sustentar um espírito combalido.
Então leva-me à cruz e deixa-me lá.
Esse traço de caráter, que é a humildade espiritual, é seguida de uma
promessa toda especial: “... por que deles é o reino dos céus”, diz Jesus. A
condição indispensável para se participar do reino dos céus é o reconhecimento
de nossa pobreza espiritual. A pessoa que possui um coração de servo –
semelhante a uma criança que confia plenamente na provisão feita por seus pais
– tem a promessa de receber um lugar no Reino de Cristo. Uma atitude totalmente
contraria a essa foi a revelada pela igreja de Laodicéia, à qual Cristo
repreendeu com palavras duras. Estavam tão orgulhosos de si mesmos, que não
enxergavam o seu egoísmo. “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente;
quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem
quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido,
e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre,
e cego, e nu;” (Ap 3.15-17) É bem provável que não houvesse um só servo nessa
igreja de Laodicéia. A primeira e mais importante atitude na vida de um
autêntico servo é uma profunda e constante dependência do Senhor. É com base
nessa atitude de dependência que lhe é feita a promessa do Reino dos céus.
É possível que nunca tenhamos parado para considerar o
fato de que Deus tem apenas um grande objetivo para a vida de todo o seu povo:
conformar-nos à imagem de seu Filho. É hora de soprarmos a poeira que se
acumulou sobre este propósito eterno, agora que nosso “mundo” está superlotado
e estamos nos distanciando cada vez mais uns dos outros.
Mas
o que é exatamente que o Pai celeste deseja criar em nosso interior? O que é essa
“imagem de seu Filho?” Pois bem, em vez de nos afundarmos até o pescoço em
mares teológicos, acredito que a resposta se encontra nas palavras do próprio Cristo
e é uma resposta bem simples.
“Pois
o próprio Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a
sua vida em resgate por muitos.”
(Mc 10.45)
Nada
de muito palavreado. Apenas uma afirmação direta. Ele veio para servir e dar.
Então tem lógica afirmarmos que ele deseja o mesmo de nós. Depois de haver-nos
feito membros de sua família, por meio da fé em seu Filho, Deus pretende formar
em nós a mesma qualidade de sua vida que tornou Jesus diferente de todos os
outros homens de seus dias. Ele está empenhado em formar no seu povo a mesma
disposição de servir e dar, que caracterizava o seu Filho.
Jesus está fazendo, uma dissertação sobre como podemos ser diferentes, como ser um servo seu, um indivíduo peculiar, em um mundo hostil e iníquo. Ele dá proeminência a certos traços de caráter, oferecendo recompensas para aqueles que os possuem.
1. As pessoas que são genuinamente humildes, que o buscam, numa total dependência dEle, terão assegurado um lugar em seu reino.
2. As pessoas que revelam compaixão para com os necessitados, para com os que sofrem, receberão (em paga) muito consolo para a sua vida.
3. As pessoas que são mansas - isto é, interiormente fortes, mas exteriormente controladas, e que introduzem uma disposição tranqüilizadora em situações turbulentas - serão vitoriosas no fim.
4. As pessoas que possuem um anseio ardente por justiça, tanto celeste como terrena, receberão do Senhor extraordinária medida de contentamento e satisfação pessoal.
Jesus está fazendo, uma dissertação sobre como podemos ser diferentes, como ser um servo seu, um indivíduo peculiar, em um mundo hostil e iníquo. Ele dá proeminência a certos traços de caráter, oferecendo recompensas para aqueles que os possuem.
1. As pessoas que são genuinamente humildes, que o buscam, numa total dependência dEle, terão assegurado um lugar em seu reino.
2. As pessoas que revelam compaixão para com os necessitados, para com os que sofrem, receberão (em paga) muito consolo para a sua vida.
3. As pessoas que são mansas - isto é, interiormente fortes, mas exteriormente controladas, e que introduzem uma disposição tranqüilizadora em situações turbulentas - serão vitoriosas no fim.
4. As pessoas que possuem um anseio ardente por justiça, tanto celeste como terrena, receberão do Senhor extraordinária medida de contentamento e satisfação pessoal.
Nada
é mais alentador do que ver um coração de servo e um espírito dadivoso, principalmente
quando os vemos numa pessoa que muitos considerariam uma celebridade.
Se você leu este texto até aqui, eu recomendo a leitura completa do livro, que aborda de maneira profunda o que realmente significa ser um Servo de Deus.
Se você leu este texto até aqui, eu recomendo a leitura completa do livro, que aborda de maneira profunda o que realmente significa ser um Servo de Deus.
Extraído da Obra "Eu, um Servo? Você está brincando! Charles Swindoll
Foto: (Reprodução internet)
Foto: (Reprodução internet)



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